Domingo – 15 de Março de 2026
4ª Semana da Quaresma
Cor Litúrgica: roxo
REFRÃO: O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.
1. O Senhor é o pastor que me conduz; / não me falta coisa alguma. / Pelos prados e campinas verdejantes / ele me leva a descansar. / Para as águas repousantes me encaminha, / e restaura as minhas forças.
2. Ele me guia no caminho mais seguro, / pela honra do seu nome. / Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, / nenhum mal eu temerei; / estais comigo com bastão e com cajado; / eles me dão a segurança!
3. Preparais à minha frente uma mesa, / bem à vista do inimigo, / e com óleo vós ungis minha cabeça; / o meu cálice transborda.
4. Felicidade e todo bem hão de seguir-me / por toda a minha vida; / e na casa do Senhor habitarei / pelos tempos infinitos.
Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios
Irmãos: Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz. E o fruto da luz é toda espécie de bondade, de justiça e de verdade. Aprendei a discernir o que é agradável ao Senhor. Não participeis das obras infrutíferas das trevas, mas antes denunciai-as abertamente. Pois o que essa gente faz em segredo, dá vergonha até de dizer. Mas tudo o que é denunciado torna-se manifesto pela luz; e tudo o que se torna manifesto é luz. É por isso que se diz: “Desperta, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo te iluminará”.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Naquele tempo, Jesus passou e viu um homem cego de nascença. Os discípulos perguntaram: “Mestre, quem pecou para que ele nascesse cego: ele ou os seus pais?” Jesus respondeu: “Nem ele pecou nem seus pais, mas isso serve para que as obras de Deus se manifestem nele. Precisamos realizar as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. A noite vem, quando ninguém mais pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo”.
Dito isso, Jesus cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.
Os vizinhos e os que costumavam ver o cego — pois ele era mendigo — diziam: “Não é aquele que ficava sentado pedindo esmola?” Uns diziam: “É ele mesmo”. Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”. Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo”. (…) Levavam então aos fariseus o homem que fora cego. Ora, era sábado o dia em que Jesus fizera lama e abrira os olhos do cego. Também os fariseus lhe perguntaram como havia recuperado a vista. Ele respondeu: “Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo”.
Alguns dos fariseus disseram: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?” E havia divisão entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Ele respondeu: “É um profeta”. (…)
Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do Homem?” Ele respondeu: “Quem é ele, Senhor, para que eu creia nele?” Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele: “Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus.
