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O Arcebispo Sviatoslav Shevchuk, primaz da Igreja Greco-Católica Ucraniana, afirmou em Madri que a Ucrânia vive, em meio à guerra, “o momento mais forte de conversão” de sua história recente”. Segundo ele, a Igreja Greco-Católica, que representava cerca de 8% da população antes do conflito, já alcança 12% hoje
Em meio às dores e incertezas provocadas pela guerra, muitos ucranianos têm encontrado na Igreja Católica um caminho de esperança, oração e renovação espiritual. Sacerdotes que atuam no país relatam um aumento significativo no interesse pela fé católica, impulsionado sobretudo pelo testemunho de caridade, acolhimento e proximidade da Igreja junto às vítimas do conflito.
A ação de religiosos, voluntários e instituições católicas no atendimento aos feridos, refugiados e famílias atingidas pela guerra tem levado muitas pessoas a conhecer mais profundamente a mensagem do Evangelho. Segundo relatos de sacerdotes, o sofrimento vivido pela população despertou uma busca maior por Deus, pelos sacramentos e pela vida de oração.
Embora a Igreja rejeite qualquer forma de proselitismo motivado pela tragédia, a presença concreta junto aos que sofrem tem feito com que muitos ucranianos olhem para o catolicismo com novos olhos. A caridade cristã, especialmente por meio das obras sociais e da assistência aos necessitados, tem se tornado um poderoso testemunho da fé.
Em tempos marcados pela destruição e pelo medo, surgem também histórias de conversão, retorno à prática religiosa e fortalecimento da esperança cristã, mostrando que a fé continua sendo um refúgio para milhares de pessoas em meio à guerra.
Fonte: Gaudium Press — “Ucrânia: conversões em massa ao catolicismo devido à guerra” e reportagens relacionadas sobre a atuação da Igreja no país.
